Sofia Coppola relembra os bastidores de Maria Antonieta no novo documentário Making Marie Antoinette
A cineasta conversou sobre o material inédito capturado por sua mãe, Eleanor Coppola, durante as gravações do clássico de 2006.
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Vinte anos após o lançamento original do drama histórico Maria Antonieta, a diretora Sofia Coppola está revisitando os bastidores tumultuados e grandiosos da produção através do documentário Making Marie Antoinette. Lançado no serviço de streaming Mubi no dia 23 de outubro de 2026, o longa é construído inteiramente a partir de quase cem horas de imagens brutas gravadas por Eleanor Coppola, mãe da cineasta, que faleceu em 2024.
Em entrevista à Variety, Sofia Coppola destacou a emoção de ver o material na tela grande e como a presença de Eleanor funcionou como uma âncora afetiva em meio ao caos de rodar um épico de época no Palácio de Versalhes. A cineasta admitiu que, na época, chegou a achar constrangedor ver momentos de irritação capturados pelas lentes da mãe, mas hoje reconhece o valor desse olhar sincero e acolhedor.
O documentário também serve como uma resposta tardia à recepção fria que o filme estrelado por Kirsten Dunst enfrentou inicialmente entre os críticos de cinema em 2006. Com o passar do tempo, a audácia visual da obra, a trilha sonora moderna e a atuação de Dunst ganharam o status de culto, consolidando Sofia Coppola como uma das autoras independentes mais importantes de Hollywood.
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