VisionQuest: Elenco e showrunner comentam o papel da inteligência artificial na série do MCU
Paul Bettany, James Spader e Terry Matalas discutem como a nova produção da Marvel aborda a humanidade e o peso de entidades digitais clássicas.
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A nova série do Universo Cinematográfico da Marvel, VisionQuest, chegou ao catálogo do streaming para concluir a trilogia centrada em WandaVision. A trama acompanha o Visão Branco, interpretado por Paul Bettany, em sua jornada para reconectar com a humanidade após recuperar memórias e emoções legítimas. Em entrevista ao Deadline, o astro refletiu sobre a longa relação da Marvel com inteligências artificiais desde Vingadores: Era de Ultron e como a ineficiência humana molda a beleza do mundo real.
Para forçar o protagonista a confrontar seus dilemas e sua dor, a produção resgata Ultron, novamente vivido por James Spader. O ator explicou que a infame IA agora busca compreender e avançar dentro do contexto da humanidade, e não mais eliminá-la. Na quarta série de episódios exibida recentemente, Ultron convence o Visão a ceder o controle de seu corpo para enfrentar uma nova ameaça, a sinthezóide Jocasta, interpretada por uma ex-pesquisadora de um grupo de biotecnologia.
O showrunner Terry Matalas destacou que, embora o momento atual discuta muito sobre o perigo de IAs desreguladas no mundo real, a série foi filmada no primeiro semestre de 2025 e tem uma proposta mais ampla sobre responsabilidade criativa. Segundo o criador, a inteligência artificial da ficção possui códigos capazes de sentir e conectar, algo que difere das ferramentas tecnológicas atuais. A narrativa também deu avatares humanos a outros assistentes das Indústrias Stark, como o encerramento dramático envolvendo JARVIS e a participação de Emily Hampshire como EDITH.
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