Street Fighter deixa centenas de salas de cinema nos Estados Unidos e atinge marca de US$ 92 milhões globalmente
A adaptação live-action baseada na franquia clássica de jogos reduziu sua presença nas telonas após três semanas em cartaz e ficou próxima da marca de US$ 50 milhões no mercado doméstico.
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A adaptação cinematográfica baseada na franquia de jogos Street Fighter registrou uma retração expressiva em sua exibição comercial nos Estados Unidos após duas semanas completas em cartaz. O longa-metragem estrelado por Noah Centineo como Ken Masters e Andrew Koji, além de contar com Cody Rhodes no papel de Guile e Callina Liang como Chun-Li, estreou em 3.575 salas de cinema e teve sua distribuição reduzida para 2.835 complexos ao longo de sua terceira semana de exibição nos cinemas norte-americanos, representando a saída de cerca de 750 salas do circuito comercial.
Com uma queda acentuada de 72% na bilheteria de seu segundo fim de semana e uma retração adicional de 57% na terceira semana, o projeto conseguiu ultrapassar a marca de US$ 50 milhões arrecadados apenas no mercado doméstico. No panorama global, o filme acumulou recentemente cerca de US$ 92 milhões em bilheteria, operando contra um custo de produção estimado pelas fontes da indústria em US$ 82 milhões, o que impõe desafios para o retorno financeiro completo do estúdio nos cinemas.
O desempenho comercial do título reflete um cenário desafiador para as produções baseadas em propriedades dos videogames neste período do mercado cinematográfico. Enquanto adaptações recentes como a versão de Resident Evil dirigida por Zach Cregger superaram a barreira dos US$ 400 milhões em arrecadação mundial e alcançaram aprovação histórica no Rotten Tomatoes, o novo filme de Street Fighter permaneceu com uma recepção mista por parte da crítica especializada, registrando atualmente 42% de aprovação na plataforma agregadora.

A trajetória comercial nas salas de exibição indica que o filme dificilmente alcançará a marca dos US$ 100 milhões no mercado internacional, ficando também abaixo do desempenho comercial de Mortal Kombat II, lançado no mesmo ano com um custo de produção estimado em US$ 80 milhões e recepção mais favorável. Com a redução atual de circulação nas grandes redes de exibição dos Estados Unidos, o longa encerra sua fase de ampla distribuição nas telonas e prepara sua transição futura para os formatos digitais de locação e compra sob demanda.
A resposta do público nas primeiras semanas determinou uma janela de exibição mais curta do que o inicialmente projetado pelos distribuidores. A recepção mista da crítica e a concorrência direta com outros títulos de grande apelo comercial no mesmo trimestre influenciaram o ritmo de queda de público nas grandes redes de cinema, consolidando o faturamento atual como o patamar final da carreira do projeto nas salas tradicionais de exibição antes da chegada ao mercado doméstico digital.
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