Christmas at the Kringles mistura comédia escrachada e terror natalino nos cinemas

Diretor Kevin Lewis detalha os bastidores do novo longa que aposta em nomes consagrados do humor para equilibrar sangue e gargalhadas na temporada.

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Cena de Christmas at the Kringles
Elenco reúne diversos nomes conhecidos da comédia em uma trama de terror natalino. Crédito: Briarcliff Entertainment

Misturar elementos de terror com o espírito festivo do Natal é uma receita que ganha força nos cinemas com o lançamento de Christmas at the Kringles. Dirigido por Kevin Lewis, conhecido por trabalhos no gênero de horror como O Mal Maldito, o longa chega aos cinemas distribuído pela Briarcliff Entertainment trazendo uma proposta que aposta tanto no sangue quanto no humor afiado. Em entrevistas recentes sobre o projeto, o cineasta destacou que a atmosfera nos bastidores foi marcada por momentos de muita diversão, impulsionada principalmente pelo talento do elenco escolhido a dedo.

A trama acompanha Mark, interpretado por Ron Livingston, um pai que decide mudar sua família para uma nova vizinhança. O problema começa quando eles passam a morar ao lado de Nick, vivido por Thomas Lennon, um patriarca obcecado pelas festividades de fim de ano que esconde intenções bastante sinistras. Segundo Lewis, a inspiração para o personagem veio de memórias reais de sua infância, observando vizinhos exagerados que transformavam decorações complexas em exibições puramente performáticas para a comunidade.

O grande diferencial da produção reside no grupo de comediantes reunidos no projeto. Além de Livingston e Lennon, o elenco conta com nomes conhecidos do público como Rachel Bilson, Rob Riggle, Donald Faison, David Wain e Beverly D’Angelo. Essa forte veia cômica permitiu que o roteiro assinado por Zack Imbrogno ganhasse liberdade orgânica durante as gravações. O diretor explicou que as falas e situações evoluíam no set graças à rapidez e improvisação dos atores, transformando o roteiro original em algo vivo e dinâmico a cada tomada.

Apesar da presença de cenas sangrentas, a intenção nunca foi competir com franquias hiperviolentas voltadas para contagens excessivas de mortes. O cineasta comparou a abordagem estética do longa ao clássico Os Fantasmas Se Divertem, definindo a obra como um terror com estilo de história em quadrinhos que prioriza o dinamismo cômico e o ritmo ágil. Além disso, Lewis ressaltou que a história também reserva espaço para reflexões sobre a paternidade e a importância de aproveitar o momento presente, equilibrando as gargalhadas com uma mensagem emocional genuína para o público nas salas de cinema.

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