Klara e o Sol registra bilheteria fraca nos cinemas e decepciona com abertura de US$ 701 mil

Estrelado por Jenna Ortega e dirigido por Taika Waititi, o longa baseado na obra de Kazuo Ishiguro sofreu com críticas negativas e espaço reduzido nas salas.

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Jenna Ortega em cena de Klara e o Sol
Jenna Ortega estrela a adaptação dirigida por Taika Waititi. Crédito: Sony Pictures

A adaptação cinematográfica de Klara e o Sol, estrelada por Jenna Ortega e dirigida por Taika Waititi, registrou uma bilheteria fraca nos cinemas norte-americanos em seu fim de semana de estreia. Distribuído pela Sony Pictures e baseado no romance homônimo de Kazuo Ishiguro publicado em 2021, o longa arrecadou apenas US$ 701 mil em sua abertura doméstica, ficando com uma média por sala inferior a US$ 800 em 880 localizações.

O projeto teve um orçamento direto estimado em torno de US$ 44,3 milhão com deduções previstas de subsídios na Nova Zelândia, ou na faixa líquida de US$ 20 milhões segundo fontes do estúdio. Com uma trajetória marcada por ajustes criativos no final e exibições de teste que apontaram divisões de opinião sobre o tom distópico da história, a produção enfrentou forte resistência da crítica especializada após sua exibição no Festival de Cinema de Londres, acumulando índice desfavorável no Rotten Tomatoes.

Diante do desempenho inicial abaixo do esperado e das avaliações desfavoráveis, a Sony reduziu a escala comercial do lançamento de ampla para moderada, enxugando o orçamento de marketing. Enquanto o público demonstrou uma recepção um pouco mais receptiva nas pesquisas de saída em comparação aos críticos, o longa ilustra a volatilidade do mercado atual para obras autorais e narrativas distópicas baseadas em livros menos massificados.

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