“The Relic: First Guardian” chegou com uma proposta ambiciosa: combinar RPG de ação, fantasia sombria e elementos do folclore coreano em um mundo destruído após a quebra de uma poderosa relíquia. O jogador assume o papel do último Guardião de Arsiltus e precisa reunir seus fragmentos enquanto enfrenta criaturas e grandes chefes.

Os primeiros testes destacam principalmente a direção de arte e algumas animações de combate, mas apontam problemas na construção do mundo e na profundidade de seus sistemas. Parte das comparações iniciais com jogos Soulslike também vem sendo questionada, já que a ação apresenta características mais próximas de RPGs tradicionais e títulos como “God of War”.

O cenário e a inspiração em lendas asiáticas continuam sendo alguns dos elementos mais interessantes do projeto, mas a recepção inicial sugere um jogo que possui boas ideias sem conseguir aproveitar completamente todas elas.