“A Odisseia”, novo filme de Christopher Nolan, continua demonstrando força nas bilheterias mundiais. Depois de apenas dois finais de semana em cartaz, o épico ultrapassou a marca de US$ 639 milhões arrecadados globalmente, consolidando-se como um dos maiores acontecimentos cinematográficos de 2026.

No segundo fim de semana nos Estados Unidos e Canadá, o longa arrecadou aproximadamente US$ 87 milhões. A queda em relação à estreia foi de apenas 30%, resultado considerado excepcional para uma produção que havia começado sua trajetória com mais de US$ 100 milhões no mercado doméstico. Foi também o melhor segundo fim de semana já registrado por um filme dirigido por Nolan.

Inspirado no poema épico atribuído a Homero, o longa acompanha a jornada de Odisseu, rei de Ítaca, durante sua tentativa de retornar para casa depois da Guerra de Troia. Matt Damon interpreta o protagonista, enquanto o elenco ainda reúne Tom Holland, Anne Hathaway, Zendaya, Robert Pattinson, Lupita Nyong’o, Charlize Theron e Jon Bernthal.

O desempenho também reforça o poder comercial do nome de Christopher Nolan. Pesquisas realizadas com o público durante a estreia indicaram que uma parcela significativa dos espectadores escolheu assistir ao filme principalmente por causa do diretor. “A Odisseia” teve uma abertura mundial superior a US$ 260 milhões e apresentou forte procura por sessões em IMAX e outros formatos premium.

Nas redes sociais, algumas projeções já apontam para uma arrecadação final entre US$ 1 bilhão e US$ 1,3 bilhão. Entretanto, esses números devem ser tratados como estimativas, e não como uma previsão oficial. A chegada de novos lançamentos, especialmente “Homem-Aranha: Um Novo Dia”, poderá diminuir o número de salas disponíveis nas próximas semanas.

Ainda assim, o resultado atual coloca “A Odisseia” em uma posição confortável. Caso mantenha uma sustentação próxima à apresentada em seu segundo fim de semana, o filme terá grandes chances de ultrapassar US$ 1 bilhão mundialmente.

Além de representar mais um sucesso para Nolan após “Oppenheimer”, o fenômeno comprova que produções autorais, longas e voltadas para a experiência cinematográfica ainda conseguem competir com as maiores franquias de Hollywood.